Orquestra Nacional do Tejo
Composta por jovens músicos profissionais portugueses, esta Orquestra apresentou-se pela primeira vez, em 2004, no Palácio Nacional de Queluz, a que se seguiram a Alfândega do Porto, a Academia das Ciências de Lisboa, a Sociedade de Geografia de Lisboa, o Fórum Lisboa, a Feira Internacional de Lisboa ou o Teatro da Covilhã. O semanário Expresso (17 de Abril de 2004) referiu-se à Orquestra Nacional do Tejo como sendo «a primeira orquestra-empresa em Portugal», pelo pioneirismo no relacionamento com os públicos e porque permite, em concreto, concertos por encomenda e na perfeita medida das opções de comunicação e de marketing do sector empresarial.
Em 2007, para a etiqueta Numérica, gravou o seu primeiro disco, nele registando obras que atravessam três séculos de História e que têm na sua base as irrequietas folias portuguesas.
Alberto Roque
Depois de se ter licenciado em Direcção de Orquestra, em 1998, na Academia Nacional de Orquestra, sob a orientação de Jean-Marc Burfin, foi-lhe atribuído, nesse mesmo ano, o 1.º Prémio do Concurso Internacional Fundação Oriente para Jovens Chefes de Orquestra. Em 2001, concluiu o grau de aperfeiçoamento na classe de Direcção de Orquestra de Jean-Sébastien Béreau, no Conservatório de Dijon (França). Desde 2004 que é director da Orquestra de Sopros da Escola Superior de Música de Lisboa, onde exerce também funções de professor-assistente da classe de Saxofone.
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